Feminicídio em SC
Revista Valente
Revista Valente
O Sinjusc (Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado de Santa Catarina), por meio do Coletivo Valente, publica anualmente a Revista Valente, endereçando criticamente questões que perpassam o judiciário e a sociedade catarinense. Toda edição é norteada por um tema central e um evento de interação entre diferentes agentes sociais. Nesta edição, o tema é o feminicídio em SC.
Artes visuais + Ciências Sociais. Um chamado.
Era preciso criar dez ilustrações que interpretassem as diferentes modalidades de feminicídio e violência contra mulheridades tratadas nos textos. Um desafio que demandou a intersecção das artes visuais com as ciências sociais, tanto na interpretação dos dados alarmantes de SC quanto na leitura das implicações sociais de cada violência abordada. O resultado são imagens contundentes carregadas de narrativas costuradas por uma paleta de cores urgente e brutalmente assertiva.
Serviços
Ilustração
Exposição / produção gráfica
Artes visuais + Ciências Sociais. Um chamado.
Era preciso criar dez ilustrações que interpretassem as diferentes modalidades de feminicídio e violência contra mulheridades tratadas nos textos. Um desafio que demandou a intersecção das artes visuais com as ciências sociais, tanto na interpretação dos dados alarmantes de SC quanto na leitura das implicações sociais de cada violência abordada. O resultado são imagens contundentes carregadas de narrativas costuradas por uma paleta de cores urgente e brutalmente assertiva.
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Exposição / produção gráfica
Órfãos do feminicídio
FEMINICÍDIO INDÍGENA:
A VIOLÊNCIA MUDA A PAISAGEM
Rios de sangue cruzam diferentes povos esquecidos da proteção do Estado. Mulheres indígenas sucumbem às perversidades do extrativismo irregular e ilegal. Do agro aos minérios, do lixo urbano às invasões de terras indígenas não demarcadas. O feminicídio transborda em todas as camadas sociais, mas nas indígenas, se torna invisível.

ETARISMO E
ASSÉDIO MORAL
Nem toda pessoa longeva se adaptou — ou se adapta — aos novos cenários tecnológicos que se apresentam em todos os setores da vida. Os olhos que vigiam não se resumem a algoritmos. Eles estão por toda parte, julgando, ameaçando e constrangendo. Em forma de colegas de trabalho, de vizinhança, de parentesco, afetando diretamente o senso de pertencimento, dignidade e autovalor.

"A INTERSECÇÃO DA ARTE COM AS CIÊNCIAS SOCIAIS PERMITE INTERPRETAÇÕES MAIS PROFUNDAS, RESPONSÁVEIS E CONECTADAS COM A REALIDADE."
Duda Téo, artista visual e cientista social.

GESTAÇÃO
FRAGMENTADA
Nenhuma criança chega em partes. O gestar, o parir e o cuidar dos primeiros momentos da vida ordenam cuidado integral. É a chegada de uma vida frágil que demanda presença, responsabilidade e suporte. O amparo parcial em fases tão delicadas quanto a chegada de um bebê desrespeita a própria seriedade do momento e a fragilidade da vida.

Lançamento + Exposição + Roda de conversa
A HIERARQUIA
DO PODER
O judiciário é um espaço de poder, em que se nutre ideias de justiça, amparo e dignidade. Onde se torna pulsante a ideia de respeito à constituição e aos princípios democráticos. No entanto, como proceder quando esses espaços se tornam campos de disputa de poder e, consequentemente, locais de produção de assédio, coerção e violência?

TRANSFOBIA E RACISMO
NAS DECISÕES JUDICIAIS
Entre o direito e a pessoa que busca justiça, existem intermediários. Pessoas que concedem ou não o direito de proteção do Estado. A quem podemos recorrer quando a própria justiça se torna produtora de violências transfóbicas? Como ter acesso a direitos quando a intermediação não reconhece a humanidade e cidadania de pessoas trans?

NÃO FLORESCERÁ
A infância molda parte daquilo que nos tornamos. Quais são os impactos das violências de gênero sobre crianças e adolescentes em seus lares? Que tipos de pessoas se tornarão? Que traumas carregarão? Quais as consequências nas dinâmicas sociais do cotidiano e em suas relações?
